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NOTAS INTERESSANTES

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796NOTAS INTERESSANTES - Página 54 Empty Re: NOTAS INTERESSANTES em Qua 19 Jun - 21:39

R8V


Administrador
De acordo .

797NOTAS INTERESSANTES - Página 54 Empty Re: NOTAS INTERESSANTES em Dom 23 Jun - 0:34

Domingos V


Administrador
Das fabricantes: que vão chorar por dinheiro na China. O Brasil não tem condições nem de comprar carro compacto a 50 mil Reais, como eles assim fizeram do nosso mercado, quanto mais as porcarias autônomas, elétricas etc.

Eles estão bem loucos. Claro, estão é mentindo mais do que nunca. Essas tecnologias não são bem vindas ou acessíveis em nenhum lugar e muito menos aqui. E certamente aqueles que forem exportar carros tão caros e complexos escolheriam lugares mais competitivos e onde essa parafernália toda custa menos (LEIA-SE: CHINA) do que um país que voltou a fabricar e comprar em massa carro 1.0 porque "é o que dá".

Também acho que eventuais abatimentos de impostos têm de ser feitos via mudança na lei tributária e não em mais um jeitinho como esse repasse dos 10%.

Do ROTA 2030: era um acordo de novos carros ou de autopeças? O mercado de autopeças vai bem porque os usados estão se tornando os únicos carros acessíveis novamente, no que iniciativas de vendas "diretas" como a da ARTEB são a única coisa boa de todo esse bla bla bla. Fracasso total essa porcaria que atrasou a reforma tributária e serviu para trazer motor turbo para SUV de mais de 100 mil Reais... Jornas sendo jornas.

Da FCA-Renault: menos uma fusão e menos possibilidade de um eventual monopólio. Mas um erro estratégico tremendo se for ver pelo lado que os chineses vão fazer isso na prática com as mais diversas fabricantes e não haveria um grupo fora de lá com força suficiente para combaté-los nesse mesmo jogo...

Dos carros chineses: fodam-se. Inclusive, mesmo com toda essa insistência da mídia continuam com vendas pífias. Só no dia que monopolisarem a produção de carros acessíveis que, aí sim, vão dominar o mercado. Se Deus quiser não vai chegar esse dia.

Das placas: decepcionou não terem cancelado essa porcaria. Melhorou um pouco a sua utilidade agora, mas isso teria sido possível com o padrão atual mesmo - bastava o ÓBVIO de ter a mesma base nacional de placas clonadas, é inacreditável que ainda não havia.

Das multas: elas fazerem parte do orçamento das cidades, de maneira tão direta e integral, sempre foi uma anormalidade completamente amoral - inclusive, ilegal, pois o dinheiro das multas tem destinação estabelecida por lei para outras coisas bem diferentes de orçamento municipal. A tal da cadeirinha de bebê também já deu nos cornos. E quem anda de ônibus, leva o bebê na cadeirinha? E quem anda de moto? Usa quem quer, a proposta de deixar apenas via pontuação é próxima do perfeito e é mais uma boa e essencial idéia do nosso governo atual que vem sendo distorcida na forma como a relatam. Felizmente ninguém acredita mais.

798NOTAS INTERESSANTES - Página 54 Empty Re: NOTAS INTERESSANTES em Sex 28 Jun - 17:41

KÜLL


Brasil vai se tornar centro de blindagem da Volvo no mundo

A partir de 2020, modelos XC40, XC60 e XC90 com proteção balística leve serão preparados para os mercados local e de exportação

Texto: Evandro Enoshita 28/06/2019

NOTAS INTERESSANTES - Página 54 Volvo-xc90-blindado-696x464
Volvo XC90 Armoured (Divulgação)

A Volvo anunciou nesta sexta-feira (28) que, a partir do próximo ano, irá preparar no Brasil versões “de fábrica” com blindagem leve dos modelos XC40, XC60 e XC90. O objetivo é atender ao mercado local e, no caso dos dois SUVs de maior porte, também o de exportação.

De acordo com a montadora sueca, a decisão de escolher o Brasil como centro de blindagem se deve à demanda por esse tipo de veículo no País e também à experiência de empresas locais na construção desses automóveis.

A empresa destaca que os carros preparados no Brasil vão passar pelos mesmos testes do recém-lançado Volvo XC90 Armoured, blindado pesado de fábrica que foi revelado na Europa e que conta com proteção do tipo ERV2010 VR8.

Indisponível para civis no Brasil, permite ao XC90 resistir à explosão de 15 kg de TNT a uma distância de 4 metros do veículo. A blindagem elevou em 1.400 kg o peso do SUV, o que exigiu o desenvolvimento de novos freios e de um chassi exclusivo.

FONTE SITE REVISTA MOTOR SHOW.

799NOTAS INTERESSANTES - Página 54 Empty Re: NOTAS INTERESSANTES em Sab 29 Jun - 12:22

R8V

R8V
Administrador
Show!!!

800NOTAS INTERESSANTES - Página 54 Empty Re: NOTAS INTERESSANTES em Qui 4 Jul - 0:55

Domingos V


Administrador
Bom, uma bola dentro da fabricante em uns 10 anos. E ao menos passará a ter uma boa vantagem em relação aos concorrentes de proposta/preço finalmente, já que os produtos atuais se homogeinizaram bem ao restante do mercado e tendiam a serem ainda mais passageiros do que eram no passado - onde ao menos eram produtos bem únicos e diferentes.

A BMW tem esse tipo de coisa no México, onde fazem versões mais acessíveis dos blindados de fábrica. Os carros são "adaptados de fábrica" e não realmente inteiramente repensados e fabricados do zero assim, como os que saem da Alemanha já blindados, mas é mais interessante economicamente e em termos de qualidade do que ter que blindar após a compra.

Essa blindagem exagerada da XC90 que eles comentam acho que não é possível de usar legalmente no Brasil.

Vamos ver se não pisam na bola com o preço. As BMW feitas nesse esquema, por exemplo, saem por valores/condições onde geralmente acabam blindando "por fora" mesmo.

801NOTAS INTERESSANTES - Página 54 Empty Re: NOTAS INTERESSANTES em Qui 4 Jul - 17:52

KÜLL


Produto com alto valor agregado: o novo mantra da indústria automotiva

Concepção já contempla produtos de sucesso vendidos no mercado e vai inspirar mais fabricantes

NOTAS INTERESSANTES - Página 54 Volkswagen_polo_2018_1_27092017_7393_1280_960
Volkswagen Polo 2018 Imagem: Divulgação

04/07/2019 11:55

“Agregar valor a um produto nada mais é do que acrescentar inovações, proporcionar um diferencial ao um produto que vai agradar mais os clientes em relação ao que já existe no mercado”, explica o professor Robson Camargo. E, prepare-se, pois é seguindo essa proposta que as principais fabricantes globais já projetam seus modelos e estão conseguindo bastante sucesso ao acertar essa fórmula para o mundo automotivo.

Um bom exemplo pode ser visto hoje na linha Volkswagen fabricada no Brasil. Com a evolução do perfil de compra do brasileiro, que há um bom tempo não optava mais por carros “pelados”, ou seja, passou a valorizar itens de conforto como ar-condicionado, direção assistida, entre outros, a marca alemã viu aí a oportunidade de um mercado mais consolidado, que estaria disposto a pagar mais por um automóvel que também olhasse para suas novas demandas com atenção.

Por essa razão podemos dizer que a nova geração do Polo foi um divisor de águas no segmento de hatches compactos, sendo o primeiro modelo a trazer o conceito de um produto de maior valor agregado ao segmento. Basta citar as várias evoluções que permeiam o projeto do hatch, começando por sua plataforma moderna e que lhe rende alto nível de segurança, algo raramente encontrado na categoria. Além disso, na parte mecânica, o motor 1.0 TSI, com turbo e injeção direta, fez o Polo inaugurar por aqui uma tendência que será seguida por seus concorrentes diretos, em especial as respectivas novas gerações de Chevrolet Onix e Hyundai HB20, que também vão apostar em motores de características semelhantes para suas versões topo de linha. Já na parte interna, o Polo oferece em sua versão topo de linha Highline requintes até então sequer encontrados em carros nacionais mais caros, como é o caso do painel de instrumentos digital. Uma prova de que o consumidor brasileiro valoriza cada vez mais esses modelos de alto valor agregado é que a versão Highline não só tem uma boa participação nas vendas do Polo, bem como seus consumidores adquirem a versão com todos os opcionais.

Outro bom exemplo é o Volkswagen Virtus. O sedan, irmão de projeto do Polo, hoje pode até ultrapassar os R$ 90.000 em sua versão Highline com todos os opcionais. Mesmo assim, Polo e Virtus registram ótimos números de venda. O Polo hoje em dia é o 10º carro mais vendido do Brasil, enquanto o Virtus, consegue figurar como o 3º sedan compacto mais vendido dentro do segmento, ficando atrás apenas do líder Chevrolet Prisma e do Ford Ka Sedan. É importante destacar que, no caso do Virtus, o representante da VW, ao contrário de Prisma e Ka Sedan, não conta com versão 1.0 aspirada mais acessível, o que destaca ainda mais a boa aceitação do Virtus.

E assim podemos seguir o raciocínio dentro da gama VW com o T-Cross, por exemplo, que até mesmo investiu em uma avançada versão topo de linha com motorização 1.4 turbo justamente de olho em um público consumidor que está disposto a pagar mais por um modelo – mesmo que encontre alternativas mais baratas dentro da categoria – desde que ele entregue atributos técnicos capazes de justificar o preço maior.

Para as fabricantes, por mais que os carros de maior valor agregado representem um custo extra de desenvolvimento e produção, sua margem de lucro com esses automóveis pode ser maior em relação aos veículos de entrada, o que, do ponto de vista administrativo, representa um ganho interessante. Como qualquer empresa, para as montadoras também é importante apresentar balanços consolidados com números mais robustos, agradando, assim, seus investidores e acionistas.

Quem deverá adotar uma estratégia muito semelhante à da Volkswagen será a Chevrolet aqui no Brasil. A partir deste ano veremos a estreia local da nova família destinada a mercados emergentes que foi concebida justamente pensando nessa fórmula do maior valor agregado. É o que veremos em produtos como as novas gerações de Onix e Prisma/Onix Sedan, modelos com um design mais caprichado, melhor conteúdo de equipamentos e conjuntos mecânicos mais eficientes. A futura geração do Tracker, o SUV compacto da empresa em nosso país, é outro que adotará essa concepção em seu projeto.

Na medida em que o mercado e a indústria local evoluem em paralelo, a tendência é que possamos contar, aqui no Brasil, com modelos cada vez mais avançados e projetos notadamente mais competitivos. Dessa forma, rumamos em direção a um mercado maduro, em que carros cada vez melhores poderão ser oferecidos.

NOTAS INTERESSANTES - Página 54 Volkswagen_polo_2018_1_27092017_7399_960_720
Acima o painel de instrumentos digital presente no Volkswagen Polo: um item de valor agregado ao produto
Imagem: Divulgação

COMENTÁRIOS: TUDO BEM, mas começando com o exemplo citado, não adianta o tal valor agregado se, em outras coisas, como o material interno do modelo, a gente tem a impressão de pobreza generalizada. E NÃO ESTOU FALANDO DE SUPERFÍCIES ESPUMADAS, mas apenas de plásticos que, palpados, pareçam melhores. O Punto, quando foi lançado, tinha plásticos muito ruins no interior, mas foi melhorando com o tempo. Esperava que esse fosse o caminho de Polo/Virtus/T-Cross, mas não aconteceu, até agora.
Falando em Fiat, se a questão é valor agregado, a empresa precisa ler urgentemente esta reportagem porque, por exemplo, no Argo HGT, não há justificativa cabível para que sidebags e o kit Stile (volante em couro, com borboletas, rodas aro 17, etc.) SEJAM MUTUAMENTE EXCLUDENTES, como o são já tem um bom tempo.
A sensação que eu sempre tive, e que é reforçada neste caso em especial, é que as fábricas se esforçam, e muito, para evitar que modelos de mesmo segmento sejam comparáveis: quando uma oferece um equipamento, outra, não o oferece, mas oferece outra coisa e assim, não se consegue colocar modelos de mesmo segmento com equipagem similar, para serem comparados, por exemplo, em preço.

802NOTAS INTERESSANTES - Página 54 Empty Re: NOTAS INTERESSANTES em Qui 4 Jul - 18:06

KÜLL


COM PÉS NO CHÃO

por Fernando Calmon 04/07/2019 em Coluna Fernando Calmon, Destaques, Especial - Fernando Calmon - Destaque do Editor, FC


NOTAS INTERESSANTES - Página 54 Next-1140x570
Foto: BMW

A eletrificação veio para ficar, mas se trata de um equívoco pensar que os problemas estão solucionados ou já é possível marcar uma data para este tipo de propulsão aposentar totalmente os motores a combustão. Como as vendas atuais são muito baixas (à exceção da China), é fácil de crescer com percentuais elevados. Em termos absolutos, porém, vão acrescentar muito pouco em termos de participação na comercialização de veículos novos. E o reflexo na frota total rodante no mundo será limitado nas próximas duas décadas.

Por isso não surpreende o estado de Illinois nos EUA incluir agora os modelos elétricos no seu esforço de arrecadação para investir na infraestrutura de transporte. A pancada foi forte: taxa anual subiu de US$ 17,50 para US$ 1.000 (mais de 5.500%).

Posição audaciosa foi tomada pela BMW durante o evento NEXTGen 2019, semana passada, em Munique, sede da empresa alemã. Além de seis estreias mundiais – Séries 1, 3 station, X1 (atualização), 8 Gran Coupe, M8 Coupe, M8 conversível e iX3 (elétrico)–, apresentou o cupê-conceito híbrido plugável Vision M Next e uma moto elétrica para jornalistas (foto de abertura).,influenciadores digitais e o público em geral, em dias diferentes com ações específicas.

O grupo inclui MINI, Rolls-Royce e motos que somaram 2,5 milhões de unidades vendidas em 2018. Sem um grande conglomerado ou aliança para garantir suporte, foi a primeira marca premium a produzir um modelo especificamente projetado para ser elétrico, o i3, em 2013. Nissan Leaf, de 2010, tinha chassi menos elaborado.

Entretanto, a marca bávara demonstra prudência sobre o futuro. No evento garantiu que continuará produzindo veículos com motores convencionais (gasolina e diesel), híbridos plugáveis e elétricos para atender diferentes regiões do mundo. Afirma que pretende ter sempre rentabilidade sobre as vendas, ou seja, não perderá dinheiro como a VW já admitiu (prejuízo de €¨3.000/R$ 13.000 em cada modelo comercializado da série i.D. nos próximos cinco anos).

Apesar de prever que a procura por seus elétricos e híbridos plugáveis cresçam a taxas anuais de 30% ao ano, não vê possibilidade de interromper a produção de motores a combustão antes dos próximos 20 anos. Depois disso, híbridos plugáveis ainda poderão continuar, pois independem de infraestrutura específica, como tomada por perto.

Também não pretende ter fábricas exclusivas para veículos elétricos e, em vez de produzir baterias, vai comprar matéria-prima (cobalto e lítio) e fornecer aos fabricantes destas

Por outro lado, já em 2020, seus modelos híbridos poderão identificar locais de maior poluição e operar apenas no modo elétrico automaticamente, sem o motorista tomar qualquer ação. Quando ultrapassada a autonomia da bateria, o motor passa a funcionar no modo gerador com potência compatível à menor emissão de poluentes possível.

Decisões com pés no chão.

ALTA RODA


AINDA há pontos a esclarecer sobre importação de veículos da União Europeia, no acordo recém-anunciado com Mercosul. Em princípio haverá corte de alíquota de 35% para 17,5% incidente sobre uma cota de 32.000 unidades/ano no caso do Brasil. Importação com tarifa zero e sem limite, paulatinamente, só depois de 15 anos. Pormenores, na próxima semana.

SINDIPEÇAS calculou em 44,8 milhões a frota brasileira de veículos (leves e pesados) e 13,1 milhões de motos em 2018. Idade média dos veículos em circulação é de 9,5 anos (motos, 7,7 anos). Trata-se da frota real, não a registrada no Denatran que inclui os que não rodam mais. Sindipeças estima, em 2020, o total de 60 milhões de unidades (com motos).

APESAR de 104 kg mais pesado que outras versões, Honda HR-V Touring (turbo, 173 cv, só gasolina) tem desempenho dos melhores entre os SUVs compactos. Câmbio CVT simula sete marchas, mais condizente com a proposta. Escapamento tem saída dupla, mas subtrai 44 litros do porta-malas. Teto solar panorâmico e faróis de LED não justificam preço elevado demais.

MCLAREN passa a oferecer dois modelos Spider no Brasil: 600LT (LT iniciais de cauda longa, em inglês) e 720S. Os números indicam potência. Capotas motorizadas recolhem-se entre 11 e 15 s a até 50 km/h. Preços: R$ 3,25 e 3,45 milhões, na mesma ordem. No total a marca inglesa pretende vender 30 unidades, somadas todas as versões, em 2019. Nada mau…

HYUNDAI incluiu retoques na linha 2020: grade, para-choque dianteiro, DRL (luzes de rodagem diurna), rodas e lanternas traseiras de LED (estas, na versão de topo). Significa que só no final de 2021 ou começo de 2022 chegará a segunda geração do SUV compacto, lançado em dezembro de 2016. R$ 80.990 a 107.990.

FRENAGEM autônoma de emergência não só para evitar colisão com outros veículos, mas também atropelamento de pedestre (na versão Limited), torna a Ranger 2020 a picape com mais recursos de segurança no mercado. Houve ainda acertos de suspensão, reposicionamento da barra estabilizadora e tampa da caçamba de manuseio mais leve. R$ 128.250 a 154.610.

FC

(Atualizado em 4/07/19, substituição da foto de abertura)

803NOTAS INTERESSANTES - Página 54 Empty Re: NOTAS INTERESSANTES em Ter 9 Jul - 1:12

Domingos V


Administrador
Legal, devemos ver muitos artigos e pautas atrás de pautas com a mesma narrativa "pé no chão" quanto aos elétricos, agora que a tentativa de forçá-los parece ter dado errado (muito dos protestos na França tinham relação à restrição aos carros "mais antigos", por exemplo) e que nem os EUA estão aguentando mais dar descontos gigantescos de impostos nesses carros para eles continuarem sendo sem sentido e inviáveis.

Sobre o resto do artigo: acho que a Ranger terá sim tampa em alumínio, pelo que deu a entender!

De resto, mais uma narrativa e forçação de barra a história do "valor agregado", que já tem sido usado com as SUVs. Simplesmente significam carros compactos caros, sejam sob roupa normal ou roupa "suv". O Polo nem estreou o TSI 1.0, por exemplo, e sim o UP da própria marca!

Além disso, claro, a "evolução do mercado brasileiro" simplesmente é reflexo dos carros, em especial os de entrada, terem subido de preço a ponto de ficar inaceitável que não ofereçam alguns itens de modernidade/conveniênica/segurança.

Pior ainda é falarem isso num tom como se os consumidores estivessem realmente felicíssimos com esse "fenômeno". Eu preferiria comprar um Golf 1.6 da geração passada do que um Polo atual no mesmo preço e aposto que 90% das pessoas fariam o mesmo e só compram compactos "de valor agregado" hoje porque é o que dá. A mídia tem que acabar!

Claro, se estivéssemos num mercado normal, com vendas normais e consumidores com dinheiro, queria ver esse papo. Imediatamente relançariam as carroças, como aliás já fizeram na forma de carros como Mobi e Qwid - que não vendem porque, além de ruins, cobram preços também altos que os consumidores alvo não podem pagar no momento.

804NOTAS INTERESSANTES - Página 54 Empty Re: NOTAS INTERESSANTES em Qui 11 Jul - 18:02

KÜLL


COLUNA

FERNANDO CALMON

Acordo Mercosul-UE pressiona produção brasileira e favorece consumidor


Bandeiras do Mercosul, da União Europeia e do Brasil
Imagem: Wikimedia Commons

Fernando Calmon
Colaboração para o UOL, em São Paulo

11/07/2019 07h00

Um acordo que demorou 20 anos para ser fechado finalmente aconteceu. Mercosul e União Europeia concordaram em iniciar um processo de retirada de barreiras tributárias e administrativas em direção ao livre comércio. Trata-se da maior abertura ao exterior do País em toda sua história econômica, envolvendo 27 países (sem contar o Reino Unido) da Europa e quatro do Cone Sul.

No caso específico de automóveis e comerciais leves, que representam 94% de todos os veículos vendidos aqui, o impacto será grande, mas não imediato. Na realidade, as tarifas de importação dos produtos motorizados europeus só estarão zeradas dentro de aproximadamente 17 anos.

Para começar, estimam-se dois anos para aprovação em todos os 31 parlamentos nacionais envolvidos. Em seguida, os europeus poderão enviar ao Brasil 32.000 automóveis anualmente, durante sete anos, com desconto de 50% sobre os 35% do atual imposto de importação (II). Acaba, então, o regime de cotas.

A seguir um período de oito anos de redução do II, obedecendo a uma escala de redução anual, sem cotas: 28,4%; 21,7%; 15%; 12,5%; 10%; 7,5%; 5%; 2,5%. Pode parecer estranho, mas é isso mesmo. Após sair do regime de cota fixa e 17,5% de II, o período de livre importação começa com alíquota de 28,4% até a eliminação no 16º ano.

No fluxo oposto, os europeus impõem taxa de 10% de II, mas o Brasil não exporta, atualmente, para lá (já o fez com VW Fox, entre outros). Essa alíquota será zerada em intervalo bem curto, ainda por estabelecer. Está aí uma oportunidade para o país na faixa de automóveis e SUVs compactos, caso a lição de casa ocorra conforme se supõe.

Aliás, não há alternativa nos próximos 15 anos para a indústria automobilística aqui instalada sobreviver com um mínimo de dignidade e peso específico. O tempo é suficiente para rebaixar drasticamente o Custo Brasil e suas deficiências bem diagnosticadas: burocracia geral e fiscal sufocante, alta carga tributária, infraestrutura e logística da pior qualidade, ambiente ruim de negócios, descontrole dos gastos públicos, etc.

Aspecto interessante do acordo é o reconhecimento mútuo dos regulamentos técnicos (segurança, emissões e outros). Tornam os produtos europeus ainda mais competitivos, enquanto modelos dos EUA, Canadá, Coreia do Sul e até da China perderão atratividade. Há, no entanto, negociações em vista com os três primeiros dos quatro.

Também, a partir de agora, o Mercosul deve parar de brincar. Desde 1991 o comércio livre estava previsto. Mas, até o momento, o Brasil para cada US$ 1,50 exportado à Argentina tem que obrigatoriamente importar US$ 1, sem incidência de II. Esse assunto arrastado por quase três décadas exige uma solução. Cada país tem que se especializar em modelos específicos para ganhar escala de produção e aumentar poder de competição internacional.

Estratégias de todas as 20 marcas com instalações industriais hoje no Brasil precisam ser revistas desde já. Pode significar nível de investimentos para cima ou para baixo. Os que forem suficientemente rápidos farão do limão uma limonada. Quem vai ganhar mesmo é o consumidor graças à abertura do país para o mundo.

ALTA RODA

+ Estudo divulgado pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) constatou: faixa etária a apresentar maior crescimento no financiamento de carros e motos, no primeiro trimestre deste ano, foi entre 18 e 25 anos, com 8,5%. É bem superior à média de 3,5% do mercado total. Muito diferente das afirmações que jovens vêm perdendo interesse pela compra de veículos.

+ Finalmente, Denatran estabeleceu a inserção no Certificado de Licenciamento e Registro de Veículos da ressalva sobre o não atendimento de recall. Essa providência aumentará de forma substancial (de 40% para até 90%) a eficácia das campanhas de segurança. Muitos não são atingidos por comunicados públicos, em especial segundo ou terceiro dono do carro.

+ FCA colocou um pé no passado e outro no futuro. Logo depois de destacar os 40 anos do primeiro carro 100% a etanol produzido no Brasil (recebeu em comodato o Fiat 147 guardado pelo Ministério da Fazenda, em Brasília), anunciou o início das atividades do Centro de Classe Mundial, em Betim (MG). Um laboratório da indústria 4.0 que é firme aposta no futuro.

+ Mercedes-Benz exibiu em evento discreto, em São Paulo, o seu primeiro modelo 100% elétrico. Trata-se do EQC 400, um SUV de dimensões equivalente ao GLC, com 408 cv, 77,6 kgfm, quase 2,5 toneladas de massa, tração integral (um motor para cada eixo) e autonomia média de 450 km. A empresa, no entanto, não divulgou data de estreia aqui, nem estimativa de preço.

+ Relatório do Sindipeças mostra que índice de 4,7 habitantes por veículo no Brasil estagnou entre 2016 e 2018. Reflexo da crise econômica e da lenta recuperação das vendas em relação ao ano recorde de 2012. Referência só não piorou porque a população tem crescido a taxas menores. Estado de São Paulo concentra 30% da frota brasileira de 44 milhões de veículos.

805NOTAS INTERESSANTES - Página 54 Empty Re: NOTAS INTERESSANTES em Qui 18 Jul - 11:39

KÜLL


CARROS

Corolla, Mustang e Onix. Veja o ranking de quem mais vendeu no 1° semestre


Murilo Góes/UOL

Imagem: Murilo Góes/UOL

Fernando Calmon
Colaboração para o UOL, em São Paulo

18/07/2019 07h00

O mercado cresceu 12% neste primeiro semestre em relação ao mesmo período de 2018. No entanto, a categoria de SUVs e assemelhados continua a aumentar sua participação nas vendas, atingindo o recorde de 21% com tendência a aumentar. Esse é um fenômeno mundial que começou nos EUA (lá representam quase 55% do total de veículos) e se espalhou para a Europa com cerca de 30% de tudo que lá se comercializa.

Embora hatches subcompactos e compactos ainda representem 40% do total aqui, o subsegmento de SUVs compactos não para de crescer. E foi justamente neste que ocorreu a única mudança de liderança do ranking da coluna. O Renegade, pela primeira vez, desde o lançamento em março de 2015, assumiu a ponta em um semestre e reúne boa chance de fechar o ano nessa posição. No entanto, foi a vitória menos folgada, apenas quatro pontos percentuais à frente do Kicks.

Por outro lado, o que alcançou a liderança esmagadora foi o Mercedes-Benz Classe S, com 89%. Mas, este é um segmento minúsculo, de vendas simbólicas (cinco dos oito modelos não acharam nenhum comprador). Os dominadores continuam a ter resultados acima de 50% de participação: Kwid, BMW Séries 5/6, Mustang, Compass, Fit/WR-V e a mais longeva líder, a picape Strada. Esta voltou a superar os 50% e deixou as três adversárias diretas bem para trás.

Nosso ranking tem base técnica com classificação por silhuetas. A referência principal é distância entre eixos, além de outros parâmetros. O enquadramento às vezes implica dúvidas e a escolha, em pouquíssimos casos, torna-se subjetiva. Base de pesquisa é o Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). Citados apenas os modelos mais representativos (mínimo de três) e em função da importância do segmento. Compilação de Paulo Garbossa, da consultoria ADK.

Hatch subcompacto: Kwid, 55%; Mobi, 35%; up!, 8%. Kwid consolida-se.

Hatch compacto: Onix, 28%; HB20, 13%; Ka, 12%; Gol, 9,2%; Argo, 8,7%; Polo, 8%; Sandero, 5,4%; Fox, 5%; Yaris, 4,3%; Uno, 2,3%; Etios, 2,1%. Líder ainda mais à frente.

Sedã compacto: Prisma, 21%; Ka, 11,7%; Virtus, 11,2%; HB20, 8%; Voyage, 7,8%; Yaris, 7,5%; Logan, 6,5%; Cronos, 5,6%; Versa, 5,1%; Grand Siena, 4,7%, City, 4%; Cobalt, 3,4%; Etios, 3,1%. Prisma com folga.

Sedã médio-compacto: Corolla, 42%; Civic, 22%; Cruze 14%; Jetta, 9%. Inabalável liderança.

Sedã médio-grande: Mercedes Classe C, 32%; BMW Séries 3/4, 25%; Fusion, 12%. Líder se manteve.

Sedã grande: BMW Séries 5/6, 51%; Mercedes Classe E/CLS, 29%; Panamera, 11%. BMW avançou.

Sedã de topo: Mercedes Classe S, 89%; BMW Série 7, 7%; Rolls-Royce Wraith, 4%. Resultado esmagador.

Cupê esportivo: Mustang, 54%; Camaro, 21%; BMW M2, 12%. Mustang muito firme.

Cupê esporte: 718 Boxster/Cayman, 47%; 911, 25%; BMW Z4, 9%. Porsche absoluta.

SUV compacto: Renegade, 18%; Kicks, 14%; Creta, 13%; HR-V, 12,7%; EcoSport, 8%; Captur, 7,4%; Duster, 7%; Tracker, 4,7%; T-Cross, 4,3%. Renegade virou o jogo.

SUV médio-compacto: Compass, 60%; ix35/Tucson, 10%; Sportage, 4%. Líder aumenta vantagem.

SUV médio-grande: SW4, 32%; Tiguan, 27%; Equinox, 12%. SW4 com menos folga.

SUV grande: Trailblazer, 32%; Range Rover Velar, 10,7%; Volvo XC90, 10,5%. Trailblazer ainda firme.

Monovolume: Fit/WR-V, 57%; Spin, 37%; C3 Aircross, 5%. Líder sem discussão.

Picape pequena: Strada, 54%; Saveiro, 28%; Montana, 9%. Strada imbatível.

Picape média: Toro, 32%; Hilux, 22%; S10, 16%. Liderança serena.

Alta roda

+ Volkswagen e Ford parecem cada vez mais próximas de algo além de simples acordos de cooperação. Acabam de anunciar outros dois. Trabalharão juntas em veículos de condução autônoma por meio da empresa Argo AI. VW fornecerá sua arquitetura de automóveis elétricos para modelos da Ford na Europa. Por enquanto, não se fala em fusão. Até quando?

+ Pouco mais de três anos após seu lançamento, Fiat apresenta ano-modelo 2020 da Toro para consolidar liderança na faixa de uma tonelada. Agora um discreto quebra-mato está em todas as 10 versões da picape e tela multimídia passou de 5 para 7 pol. No último trimestre, kit batizado de Ultra com tampa rígida para a caçamba, produzida na fábrica, aumentará versatilidade. Preços: R$ 92.990 a 159.990.

+ Toro também tem nova versão de entrada com motor flex de 1,8 L e câmbio manual de cinco marchas. Ideia é atrair compradores pelo preço menor ou utilização comercial. No uso em cidade será difícil conseguir novos clientes só por essa oferta. Bom o engate das marchas, porém se trata de um veículo muito pesado para o torque disponível. Com carga ficará lento.

+ Borgwarner prevê produção crescente de turbocompressores, tanto no exterior como no Brasil. No intervalo de 10 anos (2017-2027), a participação em motores a combustão deve passar de 43% para 59% no mercado mundial. Aqui essa proporção será menor, mas bem acima de hoje. Pelo menos quatro fabricantes ampliarão a oferta de turbos em novos produtos.

806NOTAS INTERESSANTES - Página 54 Empty Re: NOTAS INTERESSANTES em Qua 31 Jul - 17:33

KÜLL


Audi oferece reposição gratuita de grade frontal após casos de furto

31 JULHO 2019 em 16:48

Por: Dyogo Fagundes

Campanha é válida por período indeterminado para proprietários dos modelos A3, A4 e Q3

A Audi fará a reposição gratuita das grades frontais inferiores dos modelos A3, A4 e Q3 após registrar aumento expressivo dos casos de furto dessas peças. De acordo com a marca, desde o dia 1º de julho os proprietários de veículos que tiverem a peça subtraída terão o componente novo sem qualquer custo na concessionária de sua preferência. Para solicitar a reposição, o cliente deve apresentar o Boletim de Ocorrência com as informações do veículo e do ocorrido. O serviço é feito de forma imediata e leva poucos minutos.

Galeria: Audi A3 Sedan Ambition 2017
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Diretor de pós-vendas da Audi do Brasil, José Sétimo Spini explica: "a estratégia com esta ação é simples: se o cliente repõe a peça sem custo em uma concessionária, o interesse pelo furto diminuirá porque o item não terá mercado e os clientes não terão mais este problema. Esta é mais uma ação que comprova que a Audi coloca o cliente no centro de suas ações”. A empresa estima que, atualmente, 90% da reposição destas peças é motivada por casos de furtos.

Fonte: Audi

COMENTÁRIOS: Até roubo de grade de carros acontece por aqui. Isso só acontece nesta tranqueira de país ou é algo relatado em algum outro mercado também?

807NOTAS INTERESSANTES - Página 54 Empty Re: NOTAS INTERESSANTES em Qui 8 Ago - 11:51

KÜLL


COLUNA

FERNANDO CALMON


SUVs na mira: após lançar Territory, Ford já estuda importar o Escape

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Ford Territory
Imagem: Divulgação/Ford

Fernando Calmon
Colaboração para o UOL

08/08/2019 07h00

Aposta na crescente aceitação dos SUVs levou a Ford a confirmar o lançamento do Territory, no Brasil e na Argentina. Apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro do ano passado, era fácil de prever que este modelo estava nos planos de lançamento. Além do mercado receptivo, o Jeep Compass vem alcançando sucesso como veículo mais vendido do segmento e praticamente sem concorrentes entre os utilitários esporte médio-compactos. Passará a ter...

O Territory chegará em 2020, mais provável no terceiro trimestre. Lyle Watters, presidente da Ford América do Sul, afirmou que, inicialmente, virá importado da China, onde é produzido em parceria com a fabricante local JMC (Jiangling Motors Corporation).

O termo "inicialmente" surgiu no seu discurso e não no comunicado à imprensa. Logo, ficou implícito que será produzido na região e Argentina, a escolhida. Afinal, a linha Focus foi desativada no país vizinho. O novo SUV dividirá com a próxima geração da picape Ranger e a nova Amarok as instalações em General Pacheco, Grande Buenos Aires. Na fábrica bem ao lado, a VW produzirá o SUV Tarek (concorrente do modelo da Ford) e a picape Tarok, segundo fontes desta coluna.

A empresa americana está confiante no Territory por suas dimensões: 4,58 m de comprimento, 1,94 m de largura, 1,67 m de altura. Porte do Chevrolet Equinox e do Toyota SW4, mas com preço estimado próximo ao do Compass.

O espaço interno também impressiona, inclusive para os passageiros do banco traseiro. Oferecerá câmera de visão 360 graus, controle de velocidade de cruzeiro adaptativo, estacionamento automático, alerta de permanência em faixa e monitoramento de ponto cego, entre outros itens.

Um sistema na central multimídia permitirá, remotamente, travar, destravar, dar partida, localizar, obter informações de telemetria e serviços como seguro mais barato. Até internet a bordo.

A Ford, afirmou Watters, está otimista sobre a recuperação econômica que se desenha no Brasil e também na Argentina. Acredita no acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia para abrir novas perspectivas de integração e custos menores.

Por outro lado, convergências políticas e econômicas devem facilitar iniciativa semelhante com os EUA. Negociação poderá ser célere em relação ao trâmite envolvendo 27 países europeus. Fabricantes de veículos têm como norma planejar em médio e longo prazos e nova opção é sempre válida. Nos dois casos, haverá longa transição a fim de preservar ou reciclar empregos na região do Mercosul.

Quanto à Ford, que passará a investir bem mais em SUVs e muito menos em outros automóveis, estuda importar o Escape (pouco menor que o Territory). Duas possibilidades poderão estar à mão: trazê-lo dos EUA ou da Espanha. Dependerá da rapidez das negociações entre blocos econômicos e preço final. Maior beneficiado será o consumidor brasileiro.

Alta Roda

+ Apesar de as vendas ao mercado interno (veículos leves e pesados) de janeiro a julho terem subido 12% sobre 2018, Anfavea mantém previsão um pouco menor para o ano de 2019: 11,4%. Estoques recuaram para 39 dias, perto dos 35 normais. Exportações continuam muito fracas pela grande dependência da Argentina. Nível de empregos recuou 2,5%.

+ Sem considerar veículos comerciais e tratores, há 40 marcas de produção local e importadas hoje no Brasil. Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea, afirma que outros setores de grande faturamento (telefonia, bancos e aéreas, para citar alguns) têm no máximo cinco concorrentes. Relembrou que o alto Custo Brasil dificulta bastante as exportações, além de impostos embutidos.

+ Fenabrave, associação das concessionárias, está menos otimista que a Anfavea. Observou leva queda no ritmo de vendas diárias em julho, sobre junho deste ano. Este indicador é importante por reduzir influência de sazonalidades. Reduziu sua previsão de crescimento de 2019 sobre 2018 para menos de 10%. A conferir, nos próximos meses.

+ Lexus UX 250h é aposta para romper a barreira de 1.000 unidades/ano da marca de luxo da Toyota. Na versão de topo F Sport, acabamento e estilo estão entre pontos fortes. Fabricante o classifica como crossover, mas só molduras nos para-lamas e rack no teto não bastam. Conjunto híbrido (dois motores elétricos e o convencional) garante silêncio e ótimas respostas. Fica devendo em espaço no banco traseiro e multimídia com aplicativos de rota.

+ Agosto completa 60 anos da criação do cinto de segurança de três pontos. Concebido pelo engenheiro sueco da Volvo Nils Bohlin, foi considerado pelo Departamento Alemão de Patentes, em 1985, como oitava invenção mais importante do século 20. Estimativas apontam cerca de um milhão de vidas salvas e redução de 45% do risco de morte em acidentes de trânsito.

+ Ressalva: na coluna da semana passada, Duster é o modelo que estreou mola a gás para sustentar o capô aberto, em 2011, na linha Renault. Logan, em 2013. No Kwid, não se aplica.

808NOTAS INTERESSANTES - Página 54 Empty Re: NOTAS INTERESSANTES em Seg 2 Set - 17:56

KÜLL


Mercado: setor automotivo está criando uma bolha, diz economista

74 comentários
Ricardo de Oliveira
3 Minutos de Leitura


O mercado nacional está criando uma bolha e está vem das vendas diretas, de acordo com o economista Rafael Galante, colunista para o site InfoMoney.

Galante observou que Miguel Fonseca, vice-presidente da Toyota do Brasil reclamou do crescimento das vendas diretas, que atualmente representam em torno de 46% e que deve bater a casa de 50% do total de emplacamentos até o fim do ano. Em 2011, representava 26,73%.

Para marcas que não focam em vendas diretas para obter volume e market share, como a Toyota, a participação das vendas diretas gera uma desvalorização do automóvel.

Galante exemplifica o líder do mercado, o Chevrolet Onix, que em sua versão mais em conta, a Joy, sai na tabela por R$ 46.590. Porém, na hora de sair da loja, ele foi vendido por R$ 43.542 ou 6,5% de desconto, segundo a tabela Fipe.

No entanto, depois de dois anos, o mesmo Onix Joy terá uma desvalorização de 25%, com base no valor da mesma tabela Fipe: R$ 34.834. Até aí, já dá para perceber que o carro perdeu um quarto do valor em dois anos de uso. Mas, Galante aponta um erro nessa conta, a tabela Fipe.

Ela só informa o preço de venda do carro e não de compra, no caso dos lojistas. Antes ninguém sabia o quanto custava um carro nessa condição, mas a FGV em parceria com a Autoavaliar, criando uma nova tabela, só que com preços de compra dos lojistas.

Nesse caso, o Onix Joy sai por R$ 27.407 para os revendedores, sejam multimarcas ou concessionários. Com um desconto de 42% no valor do líder de mercado, os lojistas têm em contrapartida os custos com garantia de três meses (obrigatória), revisão do carro, custo financeiro, salário do vendedor, giro do modelo, preparação do carro e, é claro, a margem de lucro.

Entretanto, para contornar os preços altos atribuídos à carga tributária, o mercado focou nas vendas diretas, cuja redução tributária acaba sendo repassada ao consumidor. Nesse caso, pessoas jurídicas e produtores rurais compram com menos impostos para seus negócios.

Então, as regras para consumidores com deficiência física (PCD) mudaram e agora quase todo mundo tem direito. Galante diz que a lei é mal redigida, o que facilita a aquisição de pessoa física mais facilmente nesse caso. Ou seja, o trio de isentos do mercado está ajudando a criar tal bolha?

Não, ainda faltam as locadoras na equação. Antes, o lucro dessas empresas vinha do aluguel do carro, mas hoje a rentabilidade vem exatamente do mercado de usados. Após seis meses, elas estão liberadas para vender sua frota adquirida com 30% de desconto.

Aí, entram os bancos, que evitarão empréstimos longos para compra desses carros usados, usando planos mais curtos, hoje em média de 42 meses. Nesse ambiente, Galante não vê aumento dos planos para 50 ou 60 meses, ainda mais com um aumento nos carros com mais de oito anos, não mais financiáveis.

A previsão é que dificilmente o mercado mudará com o ambiente instalado, onde as vendas diretas estão alimentando um círculo vicioso, que alicia de compradores a fabricantes de veículos.

[Fonte: InfoMoney]

Agradecimentos ao Sérgio Quintela.

FONTE SITE NOTÍCIAS AUTOMOTIVAS

COMENTÁRIOS: Aí, em algum momento dá merd@ e as montadoras reclamam, pedem ajuda, etc., por um problema QUE ELAS MESMO CRIARAM.

809NOTAS INTERESSANTES - Página 54 Empty Re: NOTAS INTERESSANTES em Qua 4 Set - 18:02

KÜLL


CAOA acerta compra da fábrica da Ford para fazer Changan, diz jornal

43 comentários
Ricardo de Oliveira
3 Minutos de Leitura

NOTAS INTERESSANTES - Página 54 Changan_CS15_1
Nesta terça-feira (3), o governador de São Paulo João Dória Jr anunciou a intenção de compra da fábrica da Ford, no bairro de Taboão, em São Bernardo do Campo, pelo grupo brasileiro CAOA.

O comunicado foi feito no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, com a presença de Lyle Watters e Carlos Alberto de Oliveira Andrade, presidentes da Ford do Brasil e da CAOA, respectivamente.

No evento, CAOA teria se retirado sem dar detalhes sobre o que fará na fábrica paulista, cuja negociação agora entra numa fase de análise de valores da proposta e tem um prazo de 45 dias para ser aprovada pela Ford e ser confirmada finalmente.

NOTAS INTERESSANTES - Página 54 Changan_Eado460

Em relação aos valores, tudo se mantém em sigilo, mas o mercado está mesmo é de olho no que CAOA fará na planta de Taboão, que é enorme. Ontem, a imprensa não havia divulgado o destino da unidade, que aparentemente seria para expandir a capacidade produtiva do grupo brasileiro. Também se falava em uma nova marca chinesa em negociação.

Hoje, em atualização, o jornal Estadão diz que a tal marca chinesa é a Changan, sócia da Ford na China, onde é uma das cinco maiores montadoras e ligada ao governo de Pequim. No evento, dois representantes dessa marca estavam presentes e um teria revelado que as duas partes estavam acertando a negociação para retorno da empresa.

A Changan já esteve no mercado brasileiro com a Chana Motors, tendo exibido seus utilitários comerciais em 2006 inicialmente e depois começado a importação, que durou até 2016. Recentemente, a marca se pronunciou novamente através de um comunicado, em fevereiro, da chegada de carros elétricos importados.

A previsão era para iniciar as vendas na primeira quinzena de abril, mas nada aconteceu. A proposta era dos modelos Mini Benni, CS15 e Eado 460, sendo estes hatch subcompacto, SUV compacto e sedã médio, todos eletrificados. Além disso, vans utilitárias da linha Star, também elétricas, estavam no comunicado.

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Citando fontes do setor, o jornal comenta que a Changan pretende fazer SUVs em São Bernardo do Campo. Por ora, a CAOA diz que nada está acertado e se houver algum acordo, este será anunciado mais adiante. Não se sabe se o negócio entre a brasileira e a americana, com a presença da chinesa, tem relação com a sociedade destas duas últimas.

A Ford anunciou a chegada do Territory em 2020 e sua produção ocorrerá na Argentina em 2021. O SUV é um produto da Changan, através de sua empresa JMC. De qualquer forma, a linha de produtos da Changan não o Yusheng S330, que é o irmão do SUV que chegará no ano que vem.

A Changan tem diversos modelos de SUVs da linha CS, mas pelo tamanho de Taboão, a CAOA pode fazer lá bem mais do que apenas utilitários esportivos. A marca tem também vários veículos comerciais na China.

[Fonte: Estadão]

810NOTAS INTERESSANTES - Página 54 Empty Re: NOTAS INTERESSANTES em Qua 11 Set - 2:09

Domingos V


Administrador
"Não, ainda faltam as locadoras na equação. Antes, o lucro dessas empresas vinha do aluguel do carro, mas hoje a rentabilidade vem exatamente do mercado de usados. Após seis meses, elas estão liberadas para vender sua frota adquirida com 30% de desconto." - Bom, aí a questão está abordada do lado errado.

As fabricantes subiram tanto os preços e tiraram tantos modelos mais baratos de linha que realmente passaram a ter o grosso das vendas para frotistas e compradores em massa como locadoras, as quais nem devemestar sabendo o que fazer com tanto carro.

Ao terem clientes mais velhos, com mais dinheiro, quase que exclusivamente, outro efeito é que naturalmente um monte de comprador será por PCD.

A desvalorização observada tem mais a ver com o fato de que ninguém vai dar 40 mil num 1.0 usado que é frota de empresa telefônica e não realmente indicativo dessa tal bolha. Os usados mais normais e atraentes também estão todos muito caros - até mesmo carros antigos, por exemplo.

Da CAOA: bom, a Ford está só formalizando que seus donos são chineses mesmo então... E o CAOA já deu as costas para a Cherry com isso, certamente com a benção do governo chinês. Esse aí é lixo total e deve estar fazendo apenas papel estratégico - entre eles conseguir dinheiro do governo - para seus chefes, pois eu duvido ele conseguir emplacar QUALQUER outra marca aqui no Brasil. Quando acabar a Hyundai, já era.

811NOTAS INTERESSANTES - Página 54 Empty Re: NOTAS INTERESSANTES em Sex 13 Set - 17:54

KÜLL


João Doria confirma produção de novo veículo da Toyota no Brasil

Governador do estado de São Paulo deverá fazer anúncio do inédito SUV compacto da marca durante visita ao Japão na semana que vem

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Daihatsu DN Trec 2018 Imagem: Newspress

13/09/2019 13:45

A Toyota está a um passo de confirmar a produção de um inédito SUV compacto no Brasil. Pelo menos é que deu a entender o governador do estado de São Paulo João Doria nesta sexta-feira, 13.

Durante divulgação do roteiro da sua nova missão ao exterior com destino ao Japão em busca de investimentos para o estado, Doria confirmou que haverá um novo veículo da Toyota a ser fabricado em São Paulo, onde estão as duas fábricas da montadora japonesa.

“Vamos anunciar um novo investimento, um novo veículo e novos empregos em uma das unidades de São Paulo”, adiantou Doria sem explicar de que modelo se trata. A reunião com a cúpula da Toyota ocorrerá na próxima quinta-feira, 19, em Nagoya, quando o anúncio será feito.

Segundo informações a que Autoo teve acesso há alguns anos, esse novo veículo nacional é o seu inédito SUV compacto, um projeto que já é desenvolvido há bastante tempo e tinha no horizonte o ano de 2020, o que coincide com a visita do governador paulista à sede da Toyota.

Durante o lançamento do novo Corolla 2020, o editor César Tizo questionou o presidente da Toyota sobre o assunto. Rafael Chang tentou despistar, mas no fim reconheceu que o modelo é prioritário: “Eu acho que é muito cedo para falarmos de um SUV compacto da Toyota fabricado aqui, mas é claro que todos podem ver a importância e a relevância do segmento por aqui”.

O SUV em questão usará uma nova plataforma batizada de GA-B, derivada da arquitetura que deu formas ao Corolla e ao RAV4, mas tem construção mais barata, embora possa até mesmo ser eletrificada.

Em vez do ousado e pequeno CH-R, um crossover que é vendido em várias partes do mundo, a Toyota deve usar como base o conceito DN Trec da Daihatsu, com formas mais volumosas e porte maior que coincidem com os requisitos buscados pelo consumidor no Brasil.

A entrada no segmento de SUVs compactos é obrigatória para a Toyota, hoje a única das grandes marcas a não atuar nele – como marca, a Fiat também está fora, mas o grupo FCA sobra com a Jeep.

O inédito utilitário esportivo será produzido em Sorocaba, a mais nova unidade da montadora e pode chegar em 2020 ao mercado brasileiro finalmente.

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Fábrica da Toyota em Sorocaba: novo SUV deve ser produzido na planta, que tem espaço ocioso
Imagem: Divulgação

COMENTÁRIOS: Colei a nota achando que já fosse a confirmação. No fim, informação requentada e sem confirmação DE FATO. Triste e beirando o absurdo é não termos o C-HR, que é quem realmente concorre com o HR-V mundo afora.

812NOTAS INTERESSANTES - Página 54 Empty Re: NOTAS INTERESSANTES Ontem à(s) 11:55

KÜLL


Por causa de elétricos, VW envia produção de motores para o Mercosul
Ricardo de Oliveira

NOTAS INTERESSANTES - Página 54 Vw-fabrica
A Volkswagen está bem comprometida com a produção de carros elétricos na Europa e isso já tem reflexos aqui na região. De acordo com Pablo Di Si, presidente da marca para a América do Sul, parte da produção de motores a combustão do grupo alemão está sendo transferida para Brasil e Argentina.

Segundo o executivo argentino, a Volkswagen converteu parte da produção de motores na Alemanha para fazer baterias para seus carros híbridos plug-in e elétricos, assim como também para fazer carros eletrificados. Com isso, é necessária a transferência de parte do volume de produção tradicional de motores para uma região com estrutura para recebe-la.

Nesse caso, as plantas de São Carlos, interior de São Paulo, e Córdoba, no norte da Argentina, ganham a carga extra de produção, que irá ampliar as exportações do Mercosul para a Europa, nesse caso. O volume adicional maior ficará com o país vizinho, que terá um acréscimo de 150.000 motores ao ano. Já a unidade paulista terá aumento de 40.000 por ano.

Isso deve ajudar muito a Argentina, que está em profunda crise econômica, ampliando assim a exportação. Pensando em um futuro bem mais a frente, Di Si salientou que a produção maior não deve durar por muito tempo, pois, a eletrificação chegará ao Mercosul e isso também reduzirá o volume de motores convencionais.

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Embora a declaração seja otimista, a realidade é que o mercado da região ainda não foi fomentado para os carros elétricos e, apesar do lançamento possível do ID Crozz em 2021, um volume de vendas de carros elétricos que impactaria diretamente a produção aqui, vai demorar muito mais do que na Europa.

A Volkswagen está empenhada em ampliar enormemente a produção de carros elétricos na Europa, em especial na Alemanha. O ID.3 é o primeiro produto dessa nova linha de eletrificados, mas não deve chegar aqui.

[Fonte: Terra]

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